Artigo na revista Wine sobre os vinhos Druida/ Story in Wine magazine about the “Druida” wines.

Scanner_20160219 (3)Scanner_20160219 (5)Scanner_20160219

Scanner_20160219 (4)

Scanner_20160219 (6)

 

Publicado em Novidades

Druida Encruzado nos melhores do ano/ Druida Encruzado is one of the best…

O vinho Druida Encruzado Reserva da colheita de 2013 foi considerado pela Revista de Vinhos como um dos melhores vinhos de Portugal.

The wine “Druida” Encruzado Reserva from the 2013 vintage was considered by “Revista de Vinhos” as one the best Portuguese wines.

prémio revista de Vinhos

 

Publicado em Novidades

Druida tinto entre os melhores “de garagem”/Druida red among the “garage” best…

Artigo interessante o da Revista de vinhos de Janeiro sobre os vinhos de “garagem” que é como quem diz vinhos raros, de produção limitada e feitos apenas a pensar na qualidade e pureza. Mais uma vez o Druida (desta feita o tinto) foi eleito para estar no topo. Os outros dois vinhos mais cotados nesta  reportagem são o Outrora e o Aliás (que fazem parte do meu projecto da Bairrada com o João Soares).

Interesting article in the January edition of “Revista de Vinhos” on “garage wines” or rare wines of limited production and made only thinking of the quality and purity. Once again the Druida (this time the red) was elected to be on top. The other two wines most highly rated in this report are the “Outrora” and the “Aliás” (which are part of my Bairrada project with João Soares).

Vinho garagem RV 2Vinho garagem RV Druida

 

 

Publicado em Uncategorized

Vidente, uma visão diferente…/ a different vision…

Está disponível a partir deste momento um novo vinho do Dão chamado “Vidente”. É ao mesmo tempo um parente próximo do “Druida”, já que é a vinha do lado que lhe dá origem, mas também algo afastado a nível de perfil. Chamemos-lhe uma visão diferente, sobre o Dão.

We are releasing a new wine from the Dão that goes by the name of “Vidente” (it means clairvoyant). It is both close relative to the “Druida”, since it’s coming from the adjacent vineyard, but also a bit distant at the profile level. Let’s call it a different view on the Dão.

ViVidenteVT2014_72dpidente é um vinho que procura expressar a elegância do Dão, com as castas da região e sem atender a quaisquer outros compromissos que não sejam o prazer de o beber. Surge de um lote de Jaen, Alfrocheiro, Tinta Pinheira, Tinta Roriz e Touriga Nacional. Fermentou lentamente de forma natural sem grande intervenção do enólogo e estagiou por 10 meses (parcialmente em madeira usada) antes do engarrafamento.

Leve de teor alcoólico (12,5 %), pouco carregado na cor, muito aromático e fino no nariz, com notas de canela, cereja e tabaco. Complexo e sedoso na boca. Tudo sem  peso e sem excessos.

“Vidente” is a wine that seeks to express the elegance of the Dão, with the varieties of the region and without regard to any other commitments other than the pleasure of drinking. It comes from a blend of the varieties Jaen , Alfrocheiro, Tinta Pinheira, Tinta Roriz and Touriga Nacional. Slowly and naturally fermented without much intervention from the winemaker and aged for 10 months (partially in used oak) before bottling.

 Mild alcohol (12.5%), lightly loaded in color, very aromatic and fine on the nose with notes of cinnamon, cherry and tobacco. Complex and silky in the mouth. All without weight and without excesses.

Publicado em Novidades | Etiquetas , , , ,

Os vinhos brancos portugueses/ The white wines from Portugal.

A edição de Outubro da Revista de Vinhos contém um artigo interessante sobre a evolução positiva do consumo de vinhos brancos em Portugal.

Aqui vai uma nota pessoal sobre o assunto:

De facto o vinho branco foi tratado durante o passado recente como um parente pobre do tinto. Há várias razões para que isto tenha acontecido, no entanto, a tese de que Portugal é um país de tintos devido ao clima ameno com muitas horas de sol diárias, não vinga completamente. Só faz sentido se estivermos a pensar em castas que migraram de climas mais frios e foram plantadas em Portugal, bem como noutros países, apenas por serem “celebridades”. Pensando bem há várias castas brancas portuguesas com capacidade de produzir vinhos de excelência de norte a sul do país: Alvarinho no Minho, Rabigato no Douro, Encruzado no Dão, Bical na Bairrada, Arinto em Bucelas, Malvasia em Colares, etc. Há muitas outras não mencionadas e haverá até algumas que caíram no esquecimento.

As grandes castas nacionais estão bem adaptadas aos seus locais de origem, não têm falta de de acidez, nem de estrutura, nem de potencial de envelhecimento. Portugal encerra geograficamente, muitos locais interessantes para a produção de vinhos brancos, seja pela influência atlântica das zonas mais litorais, seja pela altitude das serras do interior. Não somos um país de brancos porque não temos estado para aí virados.

É um caminho longo mas começamos a ver sinais de mudança quer dentro de portas quer internacionalmente. Seja como for, vender um vinho branco português a um preço médio-alto, para os mercados externos continua a ser uma tarefa árdua. Por cá no nosso cantinho há muitos consumidores que acordaram para os vinhos brancos. Obviamente que este despertar coincide com um aumento significativo da qualidade média dos vinhos brancos que encontramos nas prateleiras. De qualquer modo há cada vez mais apreciadores de bons vinhos brancos, daqueles que nos conseguem acompanhar durante o início, o meio e o fim de uma refeição, daqueles que nem precisamos de pensar se vamos comer carne ou peixe por que sabemos que o vinho tem corpo e acidez para fazer um bom casamento. Há também cada vez mais interesse e procura por algo que parecia ter caído no esquecimento: a capacidade de envelhecimento dos vinhos brancos. E aqui mais uma vez as castas nacionais e as regiões mais antigas são as culpadas, no bom sentido claro está. A consciência da existência por exemplo de brancos do Dão e Bairrada com décadas de vida dentro da garrafa faz-nos pensar, por que raio é que ninguém nos conhece por isto…

The October issue of “Revista de Vinhos” has an interesting piece on the positive evolution of the consumption of white wines in Portugal.

This is my personal view on the subject:

It is a fact that white wines were treated, during the recent past, as the poor cousins of the reds. There are several reasons why this has happened, however, the view that Portugal is a country of red wines due to the mild climate with many hours of daily sunlight does not convince completely. It only makes sense if we are thinking of varieties that migrated from colder climates and were planted in Portugal and in other countries, only because they were “celebrities”. It is not difficult to realize that there are several Portuguese white grapes capable of producing wines of excellence from north to south: Alvarinho in Minho, Rabigato in the Douro, Encruzado in the Dão, Bical in Bairrada, Arinto in Bucelas, Malvasia in Colares, etc. There are many others not mentioned and there will even be some who have fallen in forgetfulness.

Great Portuguese grape varieties are well adapted to their places of origin, they don’t lack of acidity or structure, nor aging potential. Portugal closes geographically, many interesting places for the production of white wines, eider because of the Atlantic influence of the coastal areas or because of the altitude of the interior mountain ranges. We are not a country of white wines because we never focused on that.

It’s a long and hard path but we begin to see signs of change both indoors and internationally. Still, to sell a Portuguese white wine with a medium to high price to foreign markets continues to be a hard task. Here, at home there are many consumers who have rediscovered white wines. Obviously this awakening coincides with a significant increase in the average quality of white wines that we find on the shelves. However there are more and more lovers of fine white wines. The kind that we can drink during the beginning, middle and end of a meal, the kind that have the body and acidity to make a good marriage with almost every dish. There is also an increasing interest for something that seemed to have been forgotten: the aging potential of white wines. And once again the national grape varieties and the oldest regions are the culprits, in the good sense of course. Awareness of the existence of such whites from Dão and Bairrada with decades of life inside the bottle makes us think: if we can do that…why the hell are we not known for it …

Reportagem brancos RV 2015 1

O artigo da Revista de Vinhos escolheu o Druida Encruzado 2013 para ilustrar um dos diferentes perfis de brancos portugueses que poderão ajudar a decifrar os hábitos de consumo de vinho branco. O Druida foi o vinho com a classificação mais alta da prova.

The article of “Revista de Vinhos” chose the Druida Encruzado 2013 to illustrate one of the different Portuguese white wine profiles that may help decipher the new drinking habits. Druida was the wine with the highest rating in the tasting.

Reportagem brancos RV 2015 2

Publicado em Novidades | Etiquetas , ,

Cremoso, distinto e brilhante de frescura/ Creamy, refined and brilliant in freshness…

O Druida Encruzado Reserva 2013 surge na edição de Agosto da Revista de Vinhos com uns distintos 17,5 pontos e uma brilhante nota de prova.

The Druida Encruzado Reserva 2013 appears in the August issue of Revista de Vinhos with  the wonderful rating of 17.5 points and a brilliant tasting note.

Druida RV Agosto 2015DRUIDA ENC 2013

Arising from altitude vineyards (500 meters) it is a wine that impresses for its strong minerality, with silex notes that engage the very light notes of the barrel and the citrus nuances of the variety. Creamy, refined, brilliant in freshness, it has everything to grow in the bottle.

Publicado em Novidades | Etiquetas , , ,

Druida…uma revelação!/ …a revelation!

 

Reportagem Wine Spectator CapaOs vinhos portugueses dominam a capa da edição de Julho da revista Wine Spectator, com uma extensa reportagem de 20 páginas onde Kim Marcus fala sobre algumas regiões e alguns produtores. O crescente interesse e curiosidade sobre os vinhos portugueses é de assinalar e deixa-nos mais confiantes para o futuro. No entanto é um trabalho em curso e o desconhecimento sobre as nossas castas, regiões e tipos de vinho é ainda muito vasto…

Portuguese wines dominate the cover of the July issue of Wine Spectator magazine, with an extensive report of 20 pages where Kim Marcus talks about some regions and producers. The interest and curiosity about Portuguese wines is growing and leaves us more confident for the future. However it is a work in progress and there is still a worldwide lack of knowledge about our varieties, vineyards, regions and types of wine…

texto WS Druida 3Da conversa com Kim Marcus fica bem patente que as regiões portuguesas têm ainda um grande trabalho pela frente antes de conseguirem gozar de um reconhecimento como o que tem a região do Douro. No entanto a curiosidade e a vontade de conhecer, mais profundamente, o país vitícola também é perceptível. O Druida Encruzado Reserva foi uma revelação para Kim Marcus:

In the conversation with Kim Marcus it is evident that the other Portuguese regions still have a big job ahead before they can enjoy the same kind of recognition as Douro. However curiosity and the desire to know more deeply the wine country is also noticeable.. The Druida Encruzado Reserva was a revelation for Kim Marcus:

texto WS Druida 1Druida WS texto 2WS texto 4

 

 

 

foto WS

Publicado em Novidades | Etiquetas , ,

Chegou o Encruzado de 2013 / The 2013 Encruzado has arrived…

Chega finalmente o Druida Encruzado Reserva da colheita de 2013. Depois de 10 meses de treino nas barricas onde fermentou e 6 meses de profunda meditação em cuba, foi depois descansar para as garrafas que agora chegam ao mercado. É claro que o seu caminho está ainda no início e a sua frescura e juventude são, nesta fase, contagiantes e vibrantes. Será sem dúvida um excelente companheiro para este verão onde me ocorrem alguns pratos que lhe ficariam desde já a matar, como umas ostras ao natural ou mesmo uns ouriços do mar. Umas gambas vermelhas da costa salteadas com malagueta também me parecem bastante adequadas. Para os aficionados do peixe cru, aconselho um sashimi de Dourada com pimenta rosa.

Mas alguns apreciadores de Encruzado dirão: é muito novo! temos que esperar. De facto estes vinhos ficam melhores à medida que o tempo passa. Mantêm, durante anos, a sua juventude na cor e na frescura e vão adquirindo uma elegância e uma complexidade que nos proporcionam grandes momentos de prazer.  Guardem-se umas garrafas!… e bebam-se as outras.

Este Druida surge de um ano onde houve grandes amplitudes térmicas, com períodos de muito frio e períodos de muito calor. O resultado foi de uma grande riqueza e concentração e simultaneamente uma fantástica acidez e frescura, nas uvas. Estas foram colhidas mesmo antes das chuvas do final de Setembro. O vinho fermentou apenas com as leveduras selvagens e estagiou sempre em cima das suas borras, até ser engarrafado.

DRUIDA ENC 2013 (2)

Finally the 2013 vintage of the Druida Encruzado Reserva arrives to the market. After 10 months of training in the barrels where it fermented and 6 months of deep meditation in tank, it went on to rest in bottles that now arrive to the wine shops. Obviously that its path is still at the beginning and its freshness and youth are at this point contagious and vibrant. It will undoubtedly be an excellent companion for this summer where I can think of some dishes that would be a fantastic pair right now, as some fresh oysters or even some sea urchins. Red prawns sautéed with chilli, also seem quite appropriate. For fans of raw fish, I would say Sea Bream sashimi with pink pepper.

But some Encruzado fans would say, it is very new! we have to wait. In fact these wines get better and better with time. For years they keep their youthful color and freshness and keep on building elegance and complexity that give us great moments of pleasure. Save some bottles!…and drink the others.

This Druida comes from a year where there were large temperature variations with very cold periods and very hot periods. The result was a great richness and concentration and simultaneously a fantastic acidity and freshness in the grapes. These were harvested just before the rains of late September. The wine fermented with wild yeasts and matured on its lees for the entire time.

Publicado em Novidades | Etiquetas , ,

Druida tinto…brinquedo novo / red “Druida”…new toy

Se há vinhos que acontecem por acidente ou acaso, este é um bom exemplo. Na nossa primeira experiência em terras do Dão, no ano de 2012, no dia em que passávamos o mosto de Encruzado para as barricas, acontece algo inesperado: sobraram barricas! O que fazer?…um tinto?…não tínhamos pensado nisso. A parcela ao lado do Encruzado é composta de Jaen e Touriga Nacional, tendo alguma mistura de Alfrocheiro e Tinta Pinheira. Perfeito, vamos a isso. Barricas de pé, tampos retirados, uvas dentro das barricas, com algum engaço e pisa manual. Acabada a fermentação, voltaram a colocar-se os tampos nas barricas, e o vinho também. Desta brincadeira resultaram 2 barricas de 228 litros que estiveram sossegadas no escuro durante 20 meses. O vinho foi depois engarrafado, e diga-se que de forma bastante artesanal, resultando apenas em 500 garrafas. A ideia inicial nem era colocar o vinho no mercado, mas sim bebê-lo. No entanto não resistimos a partilhá-lo com os amantes de vinho e em particular com os amantes do Dão.

Sometimes we hear about wines that happen by accident or chance. This wine is an example of that. In our first experience in the Dão, in the year 2012, on the day that we racking the Encruzado juice into the barrels, something unexpected happens: leftover barrels! What to do? … A red? … Had not thought of that. The vineyard parcel next to the Encruzado consists of Jaen and Touriga Nacional, with some small percentages of Alfrocheiro and Tinta Pinheira. Perfect, let’s do it. Barrels standing up, tops removed, grapes in the barrels, with some stems and manual punching. Finished fermenting, tops back on the barrels, and the wine too. This led to just 2 barrels of 228 liters that were quiet in the dark for 20 months. The wine was then bottled, in a fairly traditional way, resulting in only 500 bottles. The initial idea was not to put the wine on the market, but drinking it instead. However, we did not resist sharing it with wine lovers and in particular with the Dão wine lovers.

foto druida tinto 2012 - Cópia

 

O vinho estará disponível apenas num número reduzido de lojas, devido à sua quantidade bastante limitada.

 

 

 

Publicado em Novidades | Etiquetas , , , ,

91 Pts. Wine & Spirits Magazine

W & S logo

A “fresquíssima” edição de Agosto da “Wine & Spirits Magazine”, contém mais uma crítica de excelência do Druida Encruzado 2012.

The freshly published August edition of the “Wine & Spirits Magazine”, encloses another excellent rating of the “Druida Encruzado 2012”.

druida wsDRUIDA_72dpi

“Este é um projeto de dois enólogos, Nuno do Ó e João Corrêa, que selecionaram uvas de vinhas velhas a uma altitude de 500 metros no Dão, para este Encruzado. O vinho é firmemente granítico, assertivo na sua acidez de Erva-Príncipe, fresco e sumarento na sua fruta potente. É o tipo de branco estruturado do Dão que irá envelhecer graciosamente.”

Publicado em Novidades