C2O e V PURO ganham, “ex aequo”, prémio “Identidade e Carácter” na gala da Revista de Vinhos/ C2O & V PURO win ex aequo award “Identity and Character” by Revista de Vinhos.

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Druida Encruzado 2015…my precious! (in Revista de Vinhos)

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Nomeado para Produtor Revelação 2016 pela Revista Wine/ Nominee for 2016 Revelation Producer by “Wine” magazine

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Druida “senhorial” & Vidente “irresistível” na Revista de Vinhos/ “Lord” Druida &”Irresistible” Vidente in “Revista de Vinhos”.

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Artigo na revista Wine sobre os vinhos Druida/ Story in Wine magazine about the “Druida” wines.

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Druida Encruzado nos melhores do ano/ Druida Encruzado is one of the best…

O vinho Druida Encruzado Reserva da colheita de 2013 foi considerado pela Revista de Vinhos como um dos melhores vinhos de Portugal.

The wine “Druida” Encruzado Reserva from the 2013 vintage was considered by “Revista de Vinhos” as one the best Portuguese wines.

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Druida tinto entre os melhores “de garagem”/Druida red among the “garage” best…

Artigo interessante o da Revista de vinhos de Janeiro sobre os vinhos de “garagem” que é como quem diz vinhos raros, de produção limitada e feitos apenas a pensar na qualidade e pureza. Mais uma vez o Druida (desta feita o tinto) foi eleito para estar no topo. Os outros dois vinhos mais cotados nesta  reportagem são o Outrora e o Aliás (que fazem parte do meu projecto da Bairrada com o João Soares).

Interesting article in the January edition of “Revista de Vinhos” on “garage wines” or rare wines of limited production and made only thinking of the quality and purity. Once again the Druida (this time the red) was elected to be on top. The other two wines most highly rated in this report are the “Outrora” and the “Aliás” (which are part of my Bairrada project with João Soares).

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Vidente, uma visão diferente…/ a different vision…

Está disponível a partir deste momento um novo vinho do Dão chamado “Vidente”. É ao mesmo tempo um parente próximo do “Druida”, já que é a vinha do lado que lhe dá origem, mas também algo afastado a nível de perfil. Chamemos-lhe uma visão diferente, sobre o Dão.

We are releasing a new wine from the Dão that goes by the name of “Vidente” (it means clairvoyant). It is both close relative to the “Druida”, since it’s coming from the adjacent vineyard, but also a bit distant at the profile level. Let’s call it a different view on the Dão.

ViVidenteVT2014_72dpidente é um vinho que procura expressar a elegância do Dão, com as castas da região e sem atender a quaisquer outros compromissos que não sejam o prazer de o beber. Surge de um lote de Jaen, Alfrocheiro, Tinta Pinheira, Tinta Roriz e Touriga Nacional. Fermentou lentamente de forma natural sem grande intervenção do enólogo e estagiou por 10 meses (parcialmente em madeira usada) antes do engarrafamento.

Leve de teor alcoólico (12,5 %), pouco carregado na cor, muito aromático e fino no nariz, com notas de canela, cereja e tabaco. Complexo e sedoso na boca. Tudo sem  peso e sem excessos.

“Vidente” is a wine that seeks to express the elegance of the Dão, with the varieties of the region and without regard to any other commitments other than the pleasure of drinking. It comes from a blend of the varieties Jaen , Alfrocheiro, Tinta Pinheira, Tinta Roriz and Touriga Nacional. Slowly and naturally fermented without much intervention from the winemaker and aged for 10 months (partially in used oak) before bottling.

 Mild alcohol (12.5%), lightly loaded in color, very aromatic and fine on the nose with notes of cinnamon, cherry and tobacco. Complex and silky in the mouth. All without weight and without excesses.

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Os vinhos brancos portugueses/ The white wines from Portugal.

A edição de Outubro da Revista de Vinhos contém um artigo interessante sobre a evolução positiva do consumo de vinhos brancos em Portugal.

Aqui vai uma nota pessoal sobre o assunto:

De facto o vinho branco foi tratado durante o passado recente como um parente pobre do tinto. Há várias razões para que isto tenha acontecido, no entanto, a tese de que Portugal é um país de tintos devido ao clima ameno com muitas horas de sol diárias, não vinga completamente. Só faz sentido se estivermos a pensar em castas que migraram de climas mais frios e foram plantadas em Portugal, bem como noutros países, apenas por serem “celebridades”. Pensando bem há várias castas brancas portuguesas com capacidade de produzir vinhos de excelência de norte a sul do país: Alvarinho no Minho, Rabigato no Douro, Encruzado no Dão, Bical na Bairrada, Arinto em Bucelas, Malvasia em Colares, etc. Há muitas outras não mencionadas e haverá até algumas que caíram no esquecimento.

As grandes castas nacionais estão bem adaptadas aos seus locais de origem, não têm falta de de acidez, nem de estrutura, nem de potencial de envelhecimento. Portugal encerra geograficamente, muitos locais interessantes para a produção de vinhos brancos, seja pela influência atlântica das zonas mais litorais, seja pela altitude das serras do interior. Não somos um país de brancos porque não temos estado para aí virados.

É um caminho longo mas começamos a ver sinais de mudança quer dentro de portas quer internacionalmente. Seja como for, vender um vinho branco português a um preço médio-alto, para os mercados externos continua a ser uma tarefa árdua. Por cá no nosso cantinho há muitos consumidores que acordaram para os vinhos brancos. Obviamente que este despertar coincide com um aumento significativo da qualidade média dos vinhos brancos que encontramos nas prateleiras. De qualquer modo há cada vez mais apreciadores de bons vinhos brancos, daqueles que nos conseguem acompanhar durante o início, o meio e o fim de uma refeição, daqueles que nem precisamos de pensar se vamos comer carne ou peixe por que sabemos que o vinho tem corpo e acidez para fazer um bom casamento. Há também cada vez mais interesse e procura por algo que parecia ter caído no esquecimento: a capacidade de envelhecimento dos vinhos brancos. E aqui mais uma vez as castas nacionais e as regiões mais antigas são as culpadas, no bom sentido claro está. A consciência da existência por exemplo de brancos do Dão e Bairrada com décadas de vida dentro da garrafa faz-nos pensar, por que raio é que ninguém nos conhece por isto…

The October issue of “Revista de Vinhos” has an interesting piece on the positive evolution of the consumption of white wines in Portugal.

This is my personal view on the subject:

It is a fact that white wines were treated, during the recent past, as the poor cousins of the reds. There are several reasons why this has happened, however, the view that Portugal is a country of red wines due to the mild climate with many hours of daily sunlight does not convince completely. It only makes sense if we are thinking of varieties that migrated from colder climates and were planted in Portugal and in other countries, only because they were “celebrities”. It is not difficult to realize that there are several Portuguese white grapes capable of producing wines of excellence from north to south: Alvarinho in Minho, Rabigato in the Douro, Encruzado in the Dão, Bical in Bairrada, Arinto in Bucelas, Malvasia in Colares, etc. There are many others not mentioned and there will even be some who have fallen in forgetfulness.

Great Portuguese grape varieties are well adapted to their places of origin, they don’t lack of acidity or structure, nor aging potential. Portugal closes geographically, many interesting places for the production of white wines, eider because of the Atlantic influence of the coastal areas or because of the altitude of the interior mountain ranges. We are not a country of white wines because we never focused on that.

It’s a long and hard path but we begin to see signs of change both indoors and internationally. Still, to sell a Portuguese white wine with a medium to high price to foreign markets continues to be a hard task. Here, at home there are many consumers who have rediscovered white wines. Obviously this awakening coincides with a significant increase in the average quality of white wines that we find on the shelves. However there are more and more lovers of fine white wines. The kind that we can drink during the beginning, middle and end of a meal, the kind that have the body and acidity to make a good marriage with almost every dish. There is also an increasing interest for something that seemed to have been forgotten: the aging potential of white wines. And once again the national grape varieties and the oldest regions are the culprits, in the good sense of course. Awareness of the existence of such whites from Dão and Bairrada with decades of life inside the bottle makes us think: if we can do that…why the hell are we not known for it …

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O artigo da Revista de Vinhos escolheu o Druida Encruzado 2013 para ilustrar um dos diferentes perfis de brancos portugueses que poderão ajudar a decifrar os hábitos de consumo de vinho branco. O Druida foi o vinho com a classificação mais alta da prova.

The article of “Revista de Vinhos” chose the Druida Encruzado 2013 to illustrate one of the different Portuguese white wine profiles that may help decipher the new drinking habits. Druida was the wine with the highest rating in the tasting.

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Cremoso, distinto e brilhante de frescura/ Creamy, refined and brilliant in freshness…

O Druida Encruzado Reserva 2013 surge na edição de Agosto da Revista de Vinhos com uns distintos 17,5 pontos e uma brilhante nota de prova.

The Druida Encruzado Reserva 2013 appears in the August issue of Revista de Vinhos with  the wonderful rating of 17.5 points and a brilliant tasting note.

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Arising from altitude vineyards (500 meters) it is a wine that impresses for its strong minerality, with silex notes that engage the very light notes of the barrel and the citrus nuances of the variety. Creamy, refined, brilliant in freshness, it has everything to grow in the bottle.

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